
"Elas estimulam os pais a darem continuidade, são
entusiasmadas e sabem da importância do mangue, que é o berço de várias
espécies", destaca. Atualmente são 25 crianças, entre dez e 13 anos, que trabalham diretamente com
plantação e proteção da vegetação. Natural de Bitupitá, Francirlo diz que hoje
pode se observar a evolução da educação ambiental da população. "Antes, a
população usava a madeira do mangue para construção civil, como casas e cercas,
além de jogar lixo em locais indevidos. Hoje isso se tornou uma raridade",
frisa.
Ele conta ainda que as crianças contagiam toda a comunidade, sendo que até a arborização da cidade foi resultado de parte desse projeto. "Anos atrás foi feita uma passeata com distribuição de mudas e conversas porta a porta com os moradores. Quando paramos para conversar, eles contam que os filhos têm modificado alguns comportamentos da família a fim de proteger o meio ambiente", diz Francirlo. Continue lendo a matéria AQUI.
Ele conta ainda que as crianças contagiam toda a comunidade, sendo que até a arborização da cidade foi resultado de parte desse projeto. "Anos atrás foi feita uma passeata com distribuição de mudas e conversas porta a porta com os moradores. Quando paramos para conversar, eles contam que os filhos têm modificado alguns comportamentos da família a fim de proteger o meio ambiente", diz Francirlo. Continue lendo a matéria AQUI.
Postado por Tadeu Nogueira às 15:20h
Com informações e Foto da Jornalista Jéssyca Rodrigues, do DN