sexta-feira, 3 de abril de 2026

RESERVA D'LOURDES: GARANTA SEU LOTE E PARTICIPE DA CAMPANHA CASA DOS SONHOS


O momento certo pode ser agora.

Garanta seu lote no Reserva D’Lourdes em 2026 e participe da Campanha Casa dos Sonhos.

Uma oportunidade de começar seu projeto de vida e ainda concorrer a uma casa completa.

Não deixe essa chance passar.

Siga @reservadlourdes

COLISÃO E CAPOTAMENTO NO CENTRO DE CAMOCIM


Como foi isso mesmo?

É provável que essa tenha sido a primeira pergunta feita por você ao se deparar com essas imagens.

Confesso que também a fiz.

O inusitado acidente ocorreu na manhã desta sexta-feira (3), Sexta Santa, no cruzamento da Rua Dr.João Thomé com a Rua João Pessoa, no centro de Camocim.

Apesar da existência de semáforos, acidentes são corriqueiros no local, porém, dessa vez não houve imprudência.

Vamos aos fatos: segundo informações obtidas pelo Camocim Online junto ao Demutran, o motorista do Uno trafegava no sentido sertão-praia da Rua Dr.João Thomé quando, ao passar mal, acabou colidindo contra um Honda City que cruzava a Rua João Pessoa no sinal verde.

Os danos foram apenas materiais. Ninguém se feriu.

Os dois motoristas já entraram em acordo.

Segue o bonde!

Por Tadeu Nogueira
Imagens: Camocim Online (@raphaelndesign)

RAIMUNDO VIANA LANÇARÁ LIVRO EM CAMOCIM

O ex-secretário da Indústria, Comércio e Turismo do Ceará, Raimundo Viana, lançará no dia 11 de abril, às 19h, no galpão da antiga estação ferroviária de Camocim, o livro “A saga da industrialização do Ceará: Como trazer desenvolvimento, trabalho e dignidade para os cearenses”.

O evento é promovido pela Academia Camocinense de Ciências, Artes e Letras.

O autor, natural de Camocim, tem uma trajetória consolidada como empresário e gestor público, tendo integrado o governo de Tasso Jereissati, que assina o prefácio da obra.

No livro, Viana reúne experiências e reflexões sobre o desenvolvimento industrial do estado.

O lançamento será aberto a convidados.

Por Tadeu Nogueira

CAMINHÃO DO CIDADÃO EM CAMOCIM; SAIBA DATAS E LOCAL

O Caminhão do Cidadão estará em Camocim nos dias 11 e 12 de abril (sábado e domingo). 

Os atendimentos serão realizados, das 8h às 13h, em frente ao Núcleo de Arte, Educação e Cultura (NAEC) Maestro Antônio Basílio (ao lado da Prefeitura Municipal).

O Caminhão do Cidadão oferece serviços como emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), CPF e outros documentos, ampliando o acesso da população a direitos básicos e facilitando a regularização documental, especialmente em comunidades mais afastadas dos centros urbanos.

Por Tadeu Nogueira 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

CHUVAS EM CAMOCIM: MARÇO FECHA MAIS UMA VEZ ABAIXO DA MÉDIA

Assim como aconteceu em 2025, quando findou 18,1% abaixo da média do período, março de 2026 terminou sem conseguir alcançar a marca de 306.4 milímetros previstos pela 
Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), tendo chovido 248mm. 

Nesse caso, o desvio foi de -19,1%. 

No total, até esta quinta-feira (2), já choveu 633.5 milímetros no Município em 2026. A média anual é 1105.6mm.

Confira as chuvas de janeiro a março:

Janeiro: 226mm (126,3 % acima da média)
Fevereiro: 154mm (21,4% abaixo da média)
Março: 248mm (19,1% abaixo da média)

Por Tadeu Nogueira

AUTISMO: O MISTÉRIO POR TRÁS DO AUMENTO DE DIAGNÓSTICOS

Por Giu Aya
, da CNN Brasil

Crescimento global de casos levanta debate sobre evolução médica, detecção precoce e possíveis. ambientais

O Transtorno do Espectro Autista, conhecido como TEA, é uma condição que afeta principalmente a comunicação, a interação social e o comportamento.

Ele é chamado de “espectro” justamente porque pode se manifestar de formas muito diferentes em cada pessoa, desde casos leves até quadros mais complexos.

Nos últimos anos, o número de diagnósticos aumentou bastante em todo o mundo. Dados do Centers for Disease Control and Prevention mostram que, em 2025, cerca de 1 em cada 31 crianças está no espectro, um crescimento significativo em comparação com décadas anteriores. Esse cenário levanta uma dúvida importante: existem mais casos ou estamos identificando melhor?

Segundo a pediatra Anna Dominguez Bohn, o principal motivo está no avanço da ciência. “O aumento dos diagnósticos está muito relacionado ao avanço da ciência, com melhores ferramentas e maior compreensão do desenvolvimento infantil”, explica.

Além disso, os critérios de diagnóstico também evoluíram. Atualmente, os médicos observam dois grandes grupos de sinais: dificuldades na comunicação social e padrões de comportamento repetitivos ou interesses restritos. Como esses critérios ficaram mais amplos e detalhados, mais pessoas conseguem ser identificadas dentro do espectro.

Outro ponto importante é que o diagnóstico do autismo não é feito por exames laboratoriais ou de imagem. Ele é clínico, baseado na observação do comportamento da criança ao longo do tempo. “Não existe um exame único que confirme o autismo. O diagnóstico exige uma avaliação criteriosa, feita ao longo do tempo”, destaca a médica.

Existe também a possibilidade de fatores ambientais e do estilo de vida moderno influenciarem esse aumento, mas isso ainda está sendo estudado. Até agora, não há uma resposta definitiva sobre o impacto desses fatores, o que mantém o tema como um “mistério” em investigação.

A grande diversidade dentro do espectro também torna tudo mais complexo. “Cada criança dentro do espectro é única”, afirma a pediatra. Algumas podem falar bem, mas ter dificuldade em interações sociais, enquanto outras apresentam atrasos mais evidentes no desenvolvimento. Isso pode fazer com que alguns casos sejam diagnosticados mais tarde, ou até confundidos.

Um dos avanços mais importantes recentes é a identificação precoce. Estudos mostram que a triagem em consultas pediátricas pode antecipar o diagnóstico em meses importantes. “Estamos falando de um período de intensa plasticidade cerebral, em que intervenções precoces podem mudar significativamente o desenvolvimento da criança”, explica Anna.

Esse diagnóstico mais cedo permite iniciar terapias e acompanhamentos que ajudam no desenvolvimento da comunicação, da autonomia e da qualidade de vida. Além disso, também facilita o apoio às famílias, que passam a entender melhor as necessidades da criança.

Especialistas ainda reforçam que o diagnóstico não deve ser visto como um rótulo. “O diagnóstico não é o fim, e sim um ponto de partida”, conclui a médica.

2 de Abril - Dia Mundial da Conscientização sobre o Autismo

quarta-feira, 1 de abril de 2026

SEMANA SANTA EM CAMOCIM: SAIBA O QUE ABRE E FECHA

A Quinta Santa será ponto facultativo para servidores do Estado do Ceará e do Município de Camocim. 

Bancos funcionarão normalmente. 

Na Sexta Santa, feriado nacional, bancos, lotéricas, correios, repartições públicas e comércio estarão fechados. 

Por Tadeu Nogueira

CHICO E EUVALDETE "PULAM DO BARCO" DO PT DE ELMANO

Aproveitando as últimas horas do prazo estipulado pela justiça eleitoral, Euvaldete Ferro renunciou, segundo ela, de forma "irretratável" e "irrevogável", ao cargo de Presidente do PT em Camocim. 

Além disso, aproveitou para pedir sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores (PT). 

Segundo analistas políticos, o clima de traição do casal Chico Vaulino e Euvaldete Ferro em relação ao governador Elmano de Freitas já pairava no ar há algum tempo, tendo se confirmado agora, "coincidentemente" (ou não), com a queda de Elmano nas últimas pesquisas. 

Há quem diga que Chico e Euvaldete deixam o PT, mas se recusam a largar o osso. 

Pois é, querem agora seguir sem Elmano, mas mantendo os mais de 120 empregos que conseguiram para apadrinhados nas tetas do Estado. 

Ainda sobre a saída do casal da Tijuca do PT, fala-se que a perda desse apoio foi causada pela incompetência do deputado Romeu Arruda, articulador e "amigo de faculdade" de Elmano.

Por Tadeu Nogueira  

segunda-feira, 30 de março de 2026

CONDOMÍNIO MARIA DE LOURDES

 

Localizado à Rua 24 de maio, 2798, em Camocim, a um quarteirão da Beira-Mar, o moderno Condomínio Maria de Lourdes oferece casas de 2 e 3 quartos, praça, playground e garagem para 2 carros. 

A moradia, no formato de aluguel, possui total segurança, com cerca elétrica, câmeras e vigilância 24 horas. 

Mais informações: 

Corretor de Imóveis Edu Albuquerque (Creci 11203F)
(88) 9 9625-7571 (whatsapp) ou pelo direct de @edu.corretor

Veja mais fotos AQUI 

domingo, 29 de março de 2026

NOTA DE FALECIMENTO - PROFESSORA ÂNGELA NÓBREGA

Faleceu na manhã deste domingo (29), por complicações de saúde, aos 57 anos de idade, Ângela Maria Nóbrega de Sales. 

Ângela era professora da Rede Municipal de Ensino de Camocim.  

O velório ocorre no Salão de Velórios Plasfran, situado à Rua Santos Dumont, 571, em frente ao Júnior Bijouterias.

O sepultamento acontecerá na manhã desta segunda-feira (30), com o féretro saindo às 10h:00 em direção ao Cemitério São José. 

Nossas mais sinceras condolências aos familiares e amigos.

Que Deus possa confortá-los diante de tão dolorosa e precoce perda.

Que ela esteja na luz!

Por Tadeu Nogueira

OS BEM-TE-VIS DA FRANCISCO XEREZ

Por Avelar Santos* 

Imagine, por um momento, você estar numa metrópole e acordar, de manhãzinha, com os primeiros raios de Sol a riscarem a fímbria do horizonte, tingindo, aos poucos, tudo de cor, ouvindo, extasiado, o canto mavioso do passaredo em festa que saúda, alegremente, o romper majestoso de um novo dia, sem a interrupção indesejada de buzinas de carro, roncos estridentes de motocicletas ou gritos pavorosos de aviões.

Isto seria, por certo, inimaginável, se não fosse a cristalina verdade.

No ano passado, fui passar o Natal, ao lado da família, em Fortaleza, hospedando-me na Francisco Xerez, uma rua tranquila, encravada no bairro Guararapes, a alguns quarteirões da Washington Soares, onde, percebe-se, de imediato, o pulsar forte da vida agitada da capital alencarina observando-se o fluxo constante das pessoas, que andam apressadas, imersas, pobrezinhas, no casulo insondável dos seus pensamentos, ou dos veículos automotores que transitam, velozes, pela avenida, parecendo mesmo aflitos, cada um não querendo perder a hora, buscando chegar a tempo ao seu destino, levando consigo as preocupações costumeiras dos donos, a que já estão bem acostumados.

Recordo-me que saí de Camocim no dia 23 de dezembro, por volta do meio dia, e, após uma cansativa viagem de ônibus, daquelas que somente um monge tibetano pode pacientemente aguentar, sem nada reclamar, cheguei à rodoviária central, em Fortaleza, às oito da noite, dirigindo-me, em seguida, ao apartamento do meu genro, Pedro Ivo, e da minha filha, Damaris, que me acolheram, gentilmente, como sempre, indo dormir ainda cedo, posto que a velhice teima em bater insistentemente à minha porta, não sei para que, buscando melhorar as dores terríveis da coluna, que me atormentavam, num sono reparador.

E assim aconteceu!

Como de costume, acordei às cinco da madrugada, agora, bem disposto, sem sentir dor alguma, levando os meus primeiros pensamentos para o Alto, numa humilde prece de gratidâo ao Criador pela dádiva da vida.

Enquanto mergulhava fundo no mar sereno da Divindade, refazendo as minhas forças interiores, clamando a ELE por proteção e sabedoria, eis que ouço o trinado inconfundível – e belo – de um bem-te-vi, que se postara, talvez para me alegrar, creio eu, numa roseira do jardim do prédio, cujo perfume, embalado pela brisa matinal, fazia-me retroceder no tempo, levando-me, num átimo, à casa de vovô Raimundo Anastácio e vovó Marieta, em Massapê, àquelas inesquecíveis manhãs da infância, tão risonhas, incensadas pelas flores brancas e pequeninas do Bogari.

E, abençoada surpresa, vi, para deleite meu, que outros bem-te-vis haviam se juntado camaradamente ao primeiro cantor, quem sabe a namorada dele e alguns amigos, aboletando-se, numa algazarra feliz, nos galhos retorcidos da planta, enchendo o balão do dia com seus acordes melodiosos característicos, que nem mesmo o grande maestro Zula, que passou, antes de mim, pelos bancos do seminário franciscano de Ipuarana, situado no platô da Borborema, em Campina Grande-PB, onde aprumou suas potentes asas para o voo de longo curso da música clássica, conseguiria reproduzir.

De posse de tudo aquilo que estava à minha volta, naquele momento grandioso em que a Mãe-Natureza resolvera se manisfestar em todo o seu esplendor, emocionado, chorei um riachinho de águas mansas, cálidas, que me conduziram aos verdes prados de uma indizível alegria.

Minutos depois da emoção que sentira, ciente, na minha pequenez, da sublimidade da criação divina, fiz um gesto largo de agradecimento aos bem-te-vis da Francisco Xerez, como se eu quisesse abraçar cada um deles, carinhosamente, desejando-lhes um Natal cheio de luz e de paz.

Por fim, à mesa, na sala de estar, recomposto por completo por um banho demorado, degustando um saboroso café da manhã, acompanhado de frutas, queijo de coalho, mel de jandaíra e torradas quentinhas, teci breves comentários, aos meus familiares, ancorado nos sábios ensinamentos do estoicismo, sobre como podemos ser felizes, no cotidiano, se observarmos com mais acuidade as pequenas coisas que nos rodeiam, que, por vezes, infelizmente, não as percebemos na sua essência, levados que somos, de roldão, na carruagem ligeira dos dias.

Revestidos pelo espírito natalino, naquela data memorável, meditamos, também, nas parábolas do Rabi de Nazaré, que nos ensina, com singeleza, com doçura, a semearmos o bem, pelas trilhas, inclusive aquelas ermas, enquanto aqui estivermos caminhando neste plano.

Que o Senhor, na sua infinita bondade, se compadeça de nós!

Imagine, por um momento, você estar numa metrópole e acordar, de manhãzinha, com os primeiros raios de Sol a riscarem a fímbria do horizonte, tingindo, aos poucos, tudo de cor, ouvindo, extasiado, o canto mavioso do passaredo em festa que saúda, alegremente, o romper majestoso de um novo dia, sem a interrupção indesejada de buzinas de carro, roncos estridentes de motocicletas ou gritos pavorosos de aviões.

Isto seria, por certo, inimaginável, se não fosse a cristalina verdade.

No ano passado, fui passar o Natal, ao lado da família, em Fortaleza, hospedando-me na Francisco Xerez, uma rua tranquila, encravada no bairro Guararapes, a alguns quarteirões da Washington Soares, onde, percebe-se, de imediato, o pulsar forte da vida agitada da capital alencarina observando-se o fluxo constante das pessoas, que andam apressadas, imersas, pobrezinhas, no casulo insondável dos seus pensamentos, ou dos veículos automotores que transitam, velozes, pela avenida, parecendo mesmo aflitos, cada um não querendo perder a hora, buscando chegar a tempo ao seu destino, levando consigo as preocupações costumeiras dos donos, a que já estão bem acostumados.

Recordo-me que saí de Camocim no dia 23 de dezembro, por volta do meio dia, e, após uma cansativa viagem de ônibus, daquelas que somente um monge tibetano pode pacientemente aguentar, sem nada reclamar, cheguei à rodoviária central, em Fortaleza, às oito da noite, dirigindo-me, em seguida, ao apartamento do meu genro, Pedro Ivo, e da minha filha, Damaris, que me acolheram, gentilmente, como sempre, indo dormir ainda cedo, posto que a velhice teima em bater insistentemente à minha porta, não sei para que, buscando melhorar as dores terríveis da coluna, que me atormentavam, num sono reparador.

E assim aconteceu!

Como de costume, acordei às cinco da madrugada, agora, bem disposto, sem sentir dor alguma, levando os meus primeiros pensamentos para o Alto, numa humilde prece de gratidâo ao Criador pela dádiva da vida.

Enquanto mergulhava fundo no mar sereno da Divindade, refazendo as minhas forças interiores, clamando a ELE por proteção e sabedoria, eis que ouço o trinado inconfundível – e belo – de um bem-te-vi, que se postara, talvez para me alegrar, creio eu, numa roseira do jardim do prédio, cujo perfume, embalado pela brisa matinal, fazia-me retroceder no tempo, levando-me, num átimo, à casa de vovô Raimundo Anastácio e vovó Marieta, em Massapê, àquelas inesquecíveis manhãs da infância, tão risonhas, incensadas pelas flores brancas e pequeninas do Bogari.

E, abençoada surpresa, vi, para deleite meu, que outros bem-te-vis haviam se juntado camaradamente ao primeiro cantor, quem sabe a namorada dele e alguns amigos, aboletando-se, numa algazarra feliz, nos galhos retorcidos da planta, enchendo o balão do dia com seus acordes melodiosos característicos, que nem mesmo o grande maestro Zula, que passou, antes de mim, pelos bancos do seminário franciscano de Ipuarana, situado no platô da Borborema, em Campina Grande-PB, onde aprumou suas potentes asas para o voo de longo curso da música clássica, conseguiria reproduzir.

De posse de tudo aquilo que estava à minha volta, naquele momento grandioso em que a Mãe-Natureza resolvera se manisfestar em todo o seu esplendor, emocionado, chorei um riachinho de águas mansas, cálidas, que me conduziram aos verdes prados de uma indizível alegria.

Minutos depois da emoção que sentira, ciente, na minha pequenez, da sublimidade da criação divina, fiz um gesto largo de agradecimento aos bem-te-vis da Francisco Xerez, como se eu quisesse abraçar cada um deles, carinhosamente, desejando-lhes um Natal cheio de luz e de paz.

Por fim, à mesa, na sala de estar, recomposto por completo por um banho demorado, degustando um saboroso café da manhã, acompanhado de frutas, queijo de coalho, mel de jandaíra e torradas quentinhas, teci breves comentários, aos meus familiares, ancorado nos sábios ensinamentos do estoicismo, sobre como podemos ser felizes, no cotidiano, se observarmos com mais acuidade as pequenas coisas que nos rodeiam, que, por vezes, infelizmente, não as percebemos na sua essência, levados que somos, de roldão, na carruagem ligeira dos dias.

Revestidos pelo espírito natalino, naquela data memorável, meditamos, também, nas parábolas do Rabi de Nazaré, que nos ensina, com singeleza, com doçura, a semearmos o bem, pelas trilhas, inclusive aquelas ermas, enquanto aqui estivermos caminhando neste plano.

Que o Senhor, na sua infinita bondade, se compadeça de nós!

*Professor e Escritor Camocinense 


sábado, 28 de março de 2026

RESERVA D'LOURDES: PROMOÇÃO CASA DOS SONHOS

Adiar decisões é perder oportunidades.

No Reserva D’Lourdes, quem compra um lote participa automaticamente da Campanha Casa dos Sonhos.

É investimento, qualidade de vida e a chance de ganhar uma casa.

Não perca essa chance!

Siga @reservadlourdes

DIZEM POR AÍ

Da série "é o cão que acredita!"

Pois é, como diz o outro, o pau que rola nos bastidores da política é que Euvaldete Ferro, candidata derrotada por duas vezes consecutivas para o cargo de prefeita de Camocim, estaria querendo entrar no seleto grupo de 46 deputados estaduais do Ceará. 

Para isso, seu esposo, Chico Vaulino, estaria negociando uma vaguinha na lista de candidatos. 

Será que a primeira-dama sabe disso? 

Por Tadeu Nogueira 

CONJUNTO FERROVIÁRIO DE CAMOCIM É RECONHECIDO PELO IPHAN

Próximo de completar 50 anos desde que o último trem cruzou o sertão cearense, de Camocim a Sobral, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) oficializou o reconhecimento do valor histórico, artístico e cultural do Conjunto Ferroviário de Camocim, no Ceará. 

Assim, o complexo passa a integrar a Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário, conforme os critérios da Lei nº 11.483/2007 e da Portaria Iphan nº 17/2022. A decisão foi formalizada em 18 de fevereiro.

A homologação abrange o terreno da Esplanada Ferroviária de Camocim, de aproximadamente 107 mil metros quadrados, e suas principais estruturas: a Estação Ferroviária de Camocim, a Casa do Engenheiro, três casas funcionais (do Inspetor, do Agente e do Mestre de Linha), as Oficinas, a Caldeira, o Galpão de Locomotivas, a Residência do Mestre de Oficinas e o Armazém Albuquerque e Cia.

O Iphan destaca a inovação tecnológica e o rigor estético das estruturas como elementos centrais do valor do conjunto. 

O galpão de locomotivas, por exemplo, utiliza tirante de ferro para sustentar um vão livre de 11 metros, solução que, à época da construção, em 1878, substituiu o convencional pendural de madeira.

História

A ferrovia chegou a Camocim em 1878, com o início dos trabalhos de engenharia para a construção da linha que ligava Camocim a Sobral. A estação foi inaugurada em 1889, consolidando a cidade como polo comercial e porta de entrada do sertão cearense. 

O complexo ferro-portuário representou o desenvolvimento urbano, econômico e social da região ao longo de quase um século de operação.

Em 2027, mais precisamente, em 24 de setembro, completa-se 50 anos da última viagem de trem no trecho Camocim-Sobral, que marcou o encerramento das atividades na estação, em 1977.

Valor reconhecido

Com o reconhecimento, o Iphan entende a preservação do Conjunto Ferroviário de Camocim como medida essencial para a salvaguarda da memória e da identidade nacional. 

A inserção na Lista do Patrimônio Cultural Ferroviário abre caminho para a gestão compartilhada entre o Instituto e o município, com o objetivo de assegurar a proteção dos bens e transmitir esse legado à gerações futuras.

O conjunto é considerado um testemunho do papel das ferrovias no desenvolvimento do território brasileiro num período em que as redes ferroviárias foram o principal meio de transporte de passageiros e mercadorias no país.

Por Tadeu Nogueira (com Governo Federal)